EVENTO: Programação do 9º CineFantasy (São Paulo)

O CINEFANTASY – Festival Internacional de Cinema Fantástico chega à sua nona edição com um total de 119 filmes de 26 países. O evento, que acontece de 03 a 08 de setembro no MIS – Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, homenageia neste ano o diretor e ator José Mojica Marins com a criação do troféu que leva o seu nome, uma replica da sua famosa mão, que será entregue aos vencedores de cada categoria. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: Sorority House Massacre II (1990)

[Por Felipe Macedo]

Os slasher movies e suas intermináveis sequências são tão parecidos que às vezes a gente se confunde com o título, quando não é mesmo essa a intenção dos produtores. Para cada filme que se tornou um clássico conhecido, existe pelo menos mais três não tão famosos assim com um baixo custo de produção e de qualidade questionável. Continuar lendo

RESENHA: Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro (2019)

[Por Jarmeson de Lima]

Emulando aquelas pequenas aventuras mescladas com horror e suspense que tanto fizeram sucesso nos anos 80, chega aos cinemas “Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro“. A produção é assinada por ninguém menos que Guillermo Del Toro e a direção do norueguês André Øvredal, que já nos trouxe ótimos filmes como “A Autópsia” e “O Caçador de Trolls“. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: Sinfonia para o Diabo (1995)

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[Por Osvaldo Neto]

Em 1995, o canal Showtime encomendou uma série de telefilmes ‘classe B’ a ninguém menos que Roger Corman e seu pupilo Mike Elliott, através da produtora New Horizons. Diz-se que esse conjunto de produções, simplesmente intitulado de “Roger Corman Presents”, teve um tempo de seis meses de realização com um total de 13 longas que tiveram suas filmagens realizadas tanto em Los Angeles (EUA), quanto em Moscou (na Rússia) ou Manila (nas Filipinas). Houve uma 2ª leva de filmes para o Showtime depois, o que é um indicativo da boa audiência que o projeto conseguiu. Continuar lendo

RESENHA: O Bar Luva Dourada (2019)

[Por Frederico de Oliveira Toscano]*

O Bar Luva Dourada (Der goldene Handschuh, 2019) não é um filme de terror convencional, se é que se pode mesmo chamar de terror. Tampouco é um suspense padrão, embora trate de uma série de assassinatos cometidos na Alemanha durante a década de 1970. Não há uma investigação tensa que leva à prisão do criminoso, nem um jogo de gato e rato entre duas mentes brilhantes, ainda que em lados opostos da lei. Também não existem correrias, tiroteios, perseguições ou qualquer coisa do tipo. Talvez mais importante, as mortes não são fetichizadas, tratadas como o resultado da genialidade perversa de um louco. Há muito pouco de Hollywood e bastante de vida real aqui, e este é o trunfo maior da história. Continuar lendo

EVENTO: Lançamento do livro “A Aceleração do Medo”

Um dos temas mais polêmicos do cinema de terror contemporâneo responde pelos remakes, também conhecidos como refilmagens. Prova disso é perceber como as principais produções das décadas de 1970 e 1980 ganharam novas versões nos últimos anos. Piores do que os originais, inovadores, exagerados, atualizados e desnecessários são apenas algumas das formas como refilmagens de terror costumam ser recebidas tanto por fãs como também pela crítica. Para os produtores, refilmagens vão além destes pontos e significam um extenso e lucrativo mercado a ser explorado.
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