DICA DA SEMANA: Livide (2011)

[Por Geraldo de Fraga]

A dupla francesa Alexandro Bustillo e Julien Maury surgiu para o cinema de terror em 2007 com A Invasora. Este foi um dos filmes representantes do New French Extremity, movimento que trouxe uma grande leva de filmes interessantes na primeira década do século 21. O segundo longa deles só saiu quatro anos depois, dessa vez com uma pegada sobrenatural e com uma cara de conto de fadas sombrio.

Livide (2011), disponível no catálogo da Netflix Brasil, conta a história de Lucie Klavel (Chloé Coulloud), uma assistente de enfermagem que vive em uma cidade costeira da França. Visitando vários doentes em domicílio, ela acaba descobrindo uma mansão onde uma rica senhora vive em estado vegetativo, respirando por aparelhos. Da sua chefe, ela ouve que a velha guarda um tesouro naquela casa.

De posse dessa informação, ela planeja invadir a casa para procurar e roubar o tal tesouro, junto com seu namorado e um amigo dos dois. Claro, obviamente, lógico que o tiro sai pela culatra e a antiga mansão não é nem de perto um lugar seguro. Sinistro e lúdico até dizer chega, Livide é um espetáculo visual de primeira (a direção de arte é fantástica) e não economiza na violência. É do caralho (com o perdão do meu francês).

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