DICA DA SEMANA: A Marca do Homem Lobo (1968)

[Por Jota Bosco]

O horror espanhol, que hoje é cultuado pela realização de obras como “[REC]” e inspiração de outras como “O Orfanato” e “Os Outros” já viveu um “Ciclo de Ouro” durante os anos 60 e setenta com obras de baixo orçamento focadas em distribuição internacional. Além de ser o pontapé inicial deste movimento, “A Marca do Homem Lobo”, dirigido por Enrique López Eguiluz, é o primeiro da série de filmes de lobisomem protagonizados pelo ator e roteirista Jacinto Molina Álvarez, que ficaria eternizado com o nome artístico Paul Naschy.

Fora todas essas qualidades acima citadas, não tem como não querer assistir um filme com uma sinopse dessas? Sente o drama: “Um homem sofre da maldição da licantropia e procura a ajuda de um médico alemão e sua esposa, que são especialistas em ocultismo. Inadvertidamente, o homem amaldiçoado convocou dois vampiros, que têm planos próprios para o lobisomem.”

Alguns fatos curiosos sobre o filme:

– A história originalmente envolvia um lobisomem galego (ou asturiano) e se passava na Espanha mas a censura do General Franco não permitiu. Assim nasceu a saga do conde polonês Waldemar Daninsky.

– Samuel M. Sherman prometeu aos distribuidores um filme chamado “Blood of Frankenstein” mas não conseguiu entregar a tempo. Para satisfazer os distribuidores, lançou “A Marca do Homem Lobo” nos Estados Unidos com o título “Frankenstein’s Bloody Terror”, mesmo sem que o doutor ou a criatura apareçam sequer um segundo no filme.

“A Marca do Homem Lobo” está completo e legendado no YouTube. Divirtam-se!

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