DICA DA SEMANA: Ligação Perdida (2003)

[Por Gabriela Alcântara]

Conhecido por fazer filmes mais realistas, Takashi Miike aventura-se com sucesso pelo lado comercial no seu Ligação Perdida (Chakushin Ari, 2003). Aqui conhecemos a jovem Yumi, cujos amigos estão morrendo após receberem bizarras ligações de seus próprios celulares, que acabam por deixar recados de voz que prevêem suas mortes. Enquanto seus amigos vão morrendo um após o outro, Yumi e o detetive Hiroshi – cuja irmã morreu também nessas circunstâncias – tentam desvendar o mistério. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: Eu Enterro os Vivos (1958)

[Por Osvaldo Neto]

Robert Kraft (Richard Boone), um homem bem sucedido, recebe a tarefa de cuidar do cemitério da cidade, que é administrado pela sua família, também dona de uma grande loja local de departamentos. Enquanto não arranja um substituto, ele recebe a assistência de Andy McKee (Theodore Bikel, roubando cenas), um antigo funcionário que trabalha no local há 40 anos e irá se aposentar. É quando Robert se depara com um enorme mapa no escritório que contém todos as sepulturas, as ocupadas (marcadas por alfinetes pretos) e desocupadas (marcadas por alfinetes brancos). Continuar lendo

DICA DA SEMANA: O Grito 3 (2014)

[Por Júlio Carvalho]

Se você acha que de malassombro só tem Jason, Freddy, Michael e afins, fique sabendo que lá no Japão tem uma alma penada chamada Toshio, que já vem rendendo uma franquia de quase 10 filmes sem nem contar os remakes americanos. A dica do fim de semana é o “terceiro” longa dessa saga – O GRITO 3: O COMEÇO DO FIM – que praticamente se trata de uma história de origem e que se encontra no catálogo da Netflix Brasil. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: La Cabina (1972)

[Por Jota Bosco]

Minha dica de hoje, para dar uma variada, é um curta metragem que vez por outra volta a frequentar as timelines das redes sociais e sempre que aparece, gera muitos comentários como “Nossa! Isso é muito Black Mirror!” Verdade. É tão mas tão Black Mirror que o roteirista e produtor Charlie Brooker, o cita como influência para a criação de sua série: “É a história de um sujeito que fica preso numa cabine telefônica. Aquele curta me impressionou muito e me deu muito medo. Não conseguia acreditar que estava vendo algo tão doentio. De certo modo, queria captar e mostrar as sensações que aquilo produziu em mim.” Continuar lendo

DICA DA SEMANA: Um Grito na Noite (2015)

[Por Jarmeson de Lima]

Esta produção holandesa presente no catálogo da Amazon Prime Video mostra bem o pânico de uma mulher sozinha em um local isolado ao longo da noite com um maníaco ao redor. É evidente que você já viu uma história parecida assim em vários filmes de terror. Pelo menos desde “Black Christmas” que vemos assassinos ameaçando mulheres por telefone para testar os seus limites. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: Vamp – A Noite dos Vampiros (1986)

[Por Geraldo de Fraga]

Quando se fala de filmes de vampiros dos anos 80, A Hora do Espanto e Os Garotos Perdidos são os longas considerados clássicos. Porém existe uma produção menor, quase sempre esquecida pela maioria dos fãs do gênero, mas que se mantém na memória afetiva dos quarentões, principalmente aqueles que eram ‘ratos de locadora de vídeo’. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: O Último Tubarão (1981)

[Por Felipe Macedo]

Desde a estreia de “Tubarão” que vemos uma série de filhotes e espécimes marítimas sendo arrastados para a tela do cinema em busca de sangue e audiência. Aproveitando a estreia de “Megatubarão” nesta semana, que assumidamente também bebe da fonte do clássico de Spielberg, vamos voltar um pouco no tempo onde o famoso vilão aquático era novidade e todos queriam “morder” um pouco dessa fama. Por muito tempo, os cineastas italianos foram mestres em refazer filmes americanos do seu jeito: com custo mínimo para ter o máximo de lucro. “O Último Tubarão” faz parte desse maravilhoso movimento. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: Zumbi Branco (1932)

[Por Osvaldo Neto]

Vocês sabiam que o zumbi não tinha qualquer relação com os mortos-vivos presentes no cinema e na TV atual? Antes de George Romero lançar o seminal A NOITE DOS MORTOS VIVOS (1968) nas salas de bairro e drive-ins de todo o mundo, essas criaturas eram vistas de maneira bem diferente. Esqueça o cadáver reanimado por alguma contaminação de origem diversa que come carne humana e espalha essa praga até o fim dos tempos… ou até encontrarem uma cura, se o filme tiver final feliz (eca!). Continuar lendo