DICA DA SEMANA: Matador Implacável (1975)

[Por Jota Bosco]

Recentemente exibimos no Cineclube Toca o Terror o documentário “Fantasticozzi”, dirigido por Felipe M. Guerra, sobre o diretor italiano Luigi Cozzi. Um dos filmes comentados no doc é o diferente giallo “Matador implacável” (L’assassino è costretto ad uccidere ancora, 1975) que conta a história de Giorgio, um marido ganancioso (George Hilton) que flagra um assassino serial (Antoine Saint-John) se livrando de uma vítima e faz um acordo para que ele mate sua esposa Nora (Tere Velázquez). O que seria mais uma trama criminosa, vira um groló quando um casal em busca de aventuras, Laura e Luca (Cristina Galbó e Alessio Orano), rouba o carro do assassino com o corpo de Laura no porta-malas. Continuar lendo

RESENHA: O Evangelista (The Evangelist, 2017)

[Por Osvaldo Neto]

Dificilmente, o home video brasileiro deve lançar um filme de gênero norte-americano tão independente quanto O Evangelista ao longo deste ano. Com lançamento da Focus Filmes, esse thriller conta a história de um assassino em série – interpretado pelo também produtor Keith Collins – que mata as suas vítimas de acordo com o que ele acredita ter aprendido com a Bíblia. Daí o nome do longa que ainda recebeu os títulos de “Clean Cut” e “The New Jersey Ripper” para se chegar ao novo título – e claramente superior – quando ele conseguiu distribuição. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: “O Morcego Diabólico” (The Devil Bat, 1940)

[Por Osvaldo Neto]

Poucos ícones do cinema de horror tiveram uma ascensão e queda tão meteórica quanto Bela Lugosi.  O ator não queria estar ligado ao gênero e nem ficar estereotipado, mas não teve jeito. Foi devido a sua recusa em fazer o monstro de Frankenstein no clássico de James Whale que o ator acabou arranjando um rival nas telas: Boris Karloff. Enquanto o sucesso e os papéis de Karloff aumentavam, o sucesso e os papéis de Lugosi ficaram cada vez menores. Continuar lendo

RESENHA: A Múmia (2017)

[Por Felipe Macêdo]

As areias do tempo as vezes trazem coisas boas e também trazem releituras desnecessárias de clássicos do passado. Seja na música, nos games ou nesse caso nos cinemas. O novo A Múmia (2017) tem a missão de iniciar o universo compartilhado de monstros da Universal. O longa protagonizado por Tom Cruise mostra que esse caldo tá mais para uma mistura entre Penny Dreadful (2014-16) e A Liga Extraordinaria (2003). Continuar lendo

ESTREIA: Ultima Puella (2017)

TOCA O TERROR REALIZA ESTREIA MUNDIAL DE SEU NOVO CURTA NO MEDONHO

Após rodar o país em várias mostras, festivais e até ser premiada na Espanha com seu curta DOMINGOS (2015), a equipe do Toca o Terror estreia sua segunda produção sob a direção de Jota Bosco: ULTIMA PUELLA. O curta será exibido em primeira mão no Recife dentro da mostra MEDONHO no dia 03 de junho. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: The Redeemer – Son of Satan! (1978)

[Por Jota Bosco]

Serviços de streaming como o Youtube contém maravilhas escondidas entre seus servidores e posso dizer que “The Redeemer – Son of Satan!” é uma delas.

Em um pequeno vilarejo, um garoto emerge das águas de um lago e vai pra escola. Ao mesmo tempo, nasce um dedo extra na mão de um camarada e ele sairá matando um grupo que está participando de um daqueles encontros da turma do colégio. Entendeu? Nem eu. Mas quem liga pra isso?
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RESENHA: O Rastro (2017)

[Por Felipe Macedo]

Estreou recentemente o filme de mistério e horror nacional “O Rastro”. Ele veio cheio de expectativas com um bom trailer e até uma participação na CCXP com a presença de parte da equipe. Protagonizado por atores famosos de novelas globais como: Rafael Cardoso, Leandra Leal, Cláudia Abreu, Felipe Camargo e outros, a produção tinha cara de blockbuster nacional e tinha a chance real de popularizar esse nicho por aqui.
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GAME: Outlast 2

[Por Felipe Macedo]

Após me decepcionar com quase todos os filmes lançados no cinema neste ano, chegou para mim um grande agrado chamado Outlast 2. Sim, sei que é outra mídia porque se trata de um video game, mas ele está recheado de referências e homenagens a clássicos do cinema de terror. O game faz o que vários filmes deveriam fazer, mas esquecem ou simplesmente tem medo (o que não deixa de ser irônico): assustar o público. Continuar lendo