RESENHA: IT – A Coisa (2017)

[Por Felipe Macedo]

As obras audiovisuais baseadas nos livros de Stephen King são sempre alvos de grandes expectativas e às vezes geram uma antipatia antecipada. Pior é que quase sempre essas previsões nefastas são acertadas. Filmes como “A Torre Negra” (2017) e a série “O Nevoeiro” (2017) são exemplos recentes disso. Com isso, o que poderíamos esperar dessa nova adaptação que fica centrado na infância dos protagonistas, deixando a conclusão para uma parte 2?

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RESENHA: Death Note (2017)

[Por Felipe Macedo]

Hollywood sempre desejou adaptar mangás e animes de sucesso em live-action. Para desespero dos fãs, alguns foram realizados e o mais lembrado é a desgraça “Dragon Ball: Evolution” (EUA, 2009), onde a saga de Goku foi totalmente deturpada. “Death Note” é um desses mangás bem sucedidos mas que ficou por anos em estado de hibernação em vários estúdios, até que a Netflix adquiriu os direitos e anunciou a versão americana.

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SÉRIE: O Nevoeiro (2017)

[Por Geraldo de Fraga]

As obras de Stephen King já deram origens a vários clássicos do cinema e da TV, mas na última década, pouquíssima coisa usando algo escrito pelo “mestre do horror” foi feita de relevante. Uma dessas pérolas é O Nevoeiro (The Mist), produção de 2007, que conseguiu a façanha de agradar crítica e público. A série inspirada no filme, porém, não alcança a mesma qualidade. Continuar lendo

RESENHA: A Torre Negra (2017)

[Por Felipe Macedo]

Stephen King é um dos dos autores mais adaptados do cinema e em meio a tantos filmes, a maioria é de qualidade duvidosa. Poucos são os que merecem ser dignos de menção. O novo longa baseado em sua obra é inspirado na série de livros A Torre Negra e que de acordo com o próprio King bebe da fonte de Tolkien na construção do universo e criaturas fantásticas. Continuar lendo

TRAILER: Boneco de Neve (2017)

Com direção de Tomas Alfredson, “Boneco de Neve” é baseado no bestseller “The Snowman” escrito por Jo Nesbø e que foi comparado ao sucesso “Silêncio dos Inocentes”, pelo jornal inglês The Guardian. Na história, um detetive – interpretado por Michael Fassbender – investiga o desaparecimento de uma vitima na primeira neve do inverno e teme que o crime possa estar relacionado a um assassino em série. Continuar lendo

RESENHA: A Menina que Tinha Dons (2017)

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[Por Geraldo de Fraga]

No ano em que Invasão Zumbi (Train to Busan) esteve em todas as listas de melhores filmes de horror, outro longa utilizando a mesma temática pós-apocalíptica acabou ignorado pelo grande público, apesar do elenco com figuras conhecidas. A Menina que Tinha Dons (The Girl with All the Gifts), escrito por Mike Carey (baseado em seu próprio livro), não é um filme de mortos-vivos com a básica narrativa de sobrevivência e talvez por isso não tenha alcançado o mesmo sucesso do coreano.
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RESENHA: Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016)

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[Por Jarmeson de Lima e Jota Bosco]

Houve um tempo em que os filmes sobre zumbis se tornaram chatos, previsíveis e repetitivos. Todos eram ambientados num futuro distópico apocalíptico onde os personagens não possuíam carisma e você sentia mais empatia pelos zumbis e pela matança do que pelos protagonistas. Até que um filme inverteu a lógica, voltou alguns séculos no tempo e situou o apocalipse zumbi no Século XIX em uma Inglaterra ainda com seus lordes e costumes de época. Este filme acaba de ser lançado e se chama Orgulho e Preconceito e Zumbis, baseado em obra homônima de Seth Grahame-Smith que por sua vez é um mashup com o clássico de 1813 de Jane Austen. Continuar lendo

ANÚNCIO: The Haunted Palace (1963)

Anuncio_JB_O_Castelo_Assombrado_Poe-Corman (1964)

“The Haunted Palace” segue a linha de filmes do ciclo de adaptações feitas por Roger Corman na obra de Edgar Allan Poe, sendo que esta produção específica é derivado de uma história de H.P. Lovecraft chamada “The Case of Charles Dexter Ward”. A única conexão com Poe é o título, retirado de um de seus poemas, publicado em 1839 e mais tarde incorporado ao conto “The Fall of the House of Usher”. Para mais informações, ouça nosso podcast dedicado a Corman e Poe: