ESTREIA: “Recife Assombrado” nos cinemas

O filme Recife Assombrado, com direção de Adriano Portela e produção da Viu Cine, estreia dia 21 de novembro nos cinemas. Com a presença de Daniel Rocha, Marcio Fecher, Germano Haiut, Pedro Malta e Rayza Alcântara no elenco, a obra leva para as telas grandes uma trama que envolve as famosas lendas da história da capital pernambucana, como perna cabeluda, papa-figo e galega de Santo Amaro. Além delas, lugares assombrados também ganham espaço no longa. A Praça Chora Menino, na Boa Vista, e a Cruz do Patrão, no Bairro do Recife, são dois espaços importantes no enredo.
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RÁDIO – PROGRAMA 43: Como é fazer cinema no Brasil?

Este foi um ano histórico para o cinema brasileiro. Tivemos de cinco a dez novas produções nacionais de terror adentrando os cinemas, as plataformas de streaming e os canais de Tv a cabo. Com base neste feito heroico, debatemos os rumos do cinema no país entrevistando ainda alguns convidados especiais no último programa desta temporada do Toca o Terror na Rádio Frei Caneca FM com destaque para “Bacurau” e “O Recife Assombrado“.

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RESENHA: Morto não Fala (2019)

[Por Geraldo de Fraga]

Há um grande desafio para qualquer filme brasileiro de horror que se passe na periferia de uma metrópole. Nossos subúrbios não são como os americanos ou os ingleses, retratados sempre com aquele ar de tranquilidade e isolamento. As “quebradas” são um amontoado de pessoas e casas humildes, com ruas estreitas e, quase sempre, territórios violentos. Continuar lendo

RESENHA: O Escolhido (2019)

[Por Geraldo de Fraga]

A nova produção brasileira da Netflix aposta no suspense sobrenatural, usando tudo o que o território nacional tem a oferecer no quesito geografia, como rios e florestas. Situada no Mato Grosso (apesar de ser filmada no Tocantins), O Escolhido começa mostrando a ingrata missão de uma equipe médica indo até um vilarejo no meio do pantanal, vacinar a população contra uma epidemia de Zika que ameaça toda a região. Continuar lendo

RESENHA: A Mata Negra (2018)

[Por Jota Bosco]

Começo logo essa resenha dizendo que sou suspeito pra falar do trabalho de Rodrigo Aragão pelo motivo de: sou tiete! O cara é, sem sombra de dúvidas, o maior representante das produções de horror no país atualmente. Passo a passo foi crescendo como produtor e diretor, conquistando seu espaço e indo, apesar dos poucos recursos, onde ninguém tinha ido antes no gênero aqui no país. Faz filme com cara de produção hollywoodiana e consegue até captação de verba por edital sem ser filme de gente que mora no Sertão com mensagem bonita no final. Continuar lendo