RESENHA: Frankenstein’s Army (2013)

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Por Júlio Cesar Carvalho

Antes de tudo, vamos pensar sobre o objetivo de um filme “found footage”. Esse estilo de cinema tem como meta jogar no inconsciente do telespectador, durante a projeção, que tudo ali mostrado foi verdadeiro. Registros verídicos: um achado. Para isso, além de um roteiro convincente e bons atores, precisa-se de um cuidado técnico que traduza isso visualmente a cada sequência exibida. Filmes como HOLOCAUSTO CANIBAL, A BRUXA DE BLAIR, NOROI, e os mais recentes [REC] e CLOVERFIELD, conferem essa realidade contextual perfeitamente. Isso graças aos cuidados com a edição, fotografia e etc, procurando manter fidelidade com a proposta. Continuar lendo

HISTÓRIA: Frankenstein (1931)

Lançado em 1931 nos Estados Unidos pela Universal Studios, “Frankenstein”, de James Whale, só veio a ser exibido no Brasil no ano seguinte. Esta pequena demora, no entanto, ajudou e muito o filme, que cativou público e imprensa. Na época de sua estreia no Rio de Janeiro, a Folha da Manhã considerou o filme como “o maior trabalho do gênero aparecido até hoje”.

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Tamanha repercussão gerou uma grande procura pelo filme, que teve um dos maiores êxitos de bilheteria na época. No entanto, como a censura brasileira considerou o filme “impróprio para menores e senhoritas”, os exibidores tiveram um trabalho maior para divulgar o filme e apelaram até para avisos informativos como este. Continuar lendo

MÚSICA: Noite de Terror

Até Roberto Carlos falou de Frankenstein em uma música. Está no disco “Roberto Carlos canta para a juventude” (1965).

“(…) Tremi de cima a baixo / Sem sair do lugar / Quando de repente / Eu ouvi alguém falar / Bem junto de mim / Esse alguém me falou bem assim / “Eu sou o Frankenstein!” (…)

FILME: Frankenstein de Mary Shelley (1994)

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Fugindo um pouco do estilo dos filmes sobre Frankenstein que vinham sendo feitos até então, Kenneth Branagh fez sua versão da obra de Mary Shelley em 1994, há vinte anos atrás. Exagerando na carga dramática, mas colocando uma criatura com jeito diferente e interpretada por Robert De Niro, “Frankenstein de Mary Shelley” é uma obra tipo ame-a ou deixe-a.