DICA DA SEMANA: O Grito 3 (2014)

[Por Júlio Carvalho]

Se você acha que de malassombro só tem Jason, Freddy, Michael e afins, fique sabendo que lá no Japão tem uma alma penada chamada Toshio, que já vem rendendo uma franquia de quase 10 filmes sem nem contar os remakes americanos. A dica do fim de semana é o “terceiro” longa dessa saga – O GRITO 3: O COMEÇO DO FIM – que praticamente se trata de uma história de origem e que se encontra no catálogo da Netflix Brasil. Continuar lendo

EVENTO: Cineclube Toca o Terror – Ago/2016

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CINECLUBE TOCA O TERROR APRESENTA CULT DE HORROR JAPONÊS

Hausu” (1977) é um filme de horror insano, cômico, surrealista com imagens oníricas, animação e muito sangue. Ou seja, uma obra que desafia classificações. O imperdível longa do japonês Nobuhiko Obayashi será exibido em sessão do Cineclube Toca o Terror no próximo sábado (13/08) no MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães às 16h com entrada gratuita. Continuar lendo

TRAILER: Project Zero: The Movie (2014)

Esse mês estreia o filme Project Zero: The Movie, adaptação de Fatal Frame (ou Project Zero no Japão), jogo clássico de 2001 para Playstation 2 que desde então vem ganhando fãs, várias sequências e spin-offs para todas as plataformas. A direção do filme fica a cargo da já experiente no terror Mari Asato, responsável pelo ótimo Bairokêshon e o cabuloso Ju-on: Kuroi Shoujo. O elenco conta com as modelos japonesas Ayami Nakajou e Aoi Morikawa. No roteiro do filme, tudo se passa em um antigo colégio, onde uma garota chamada Michi e uma amiga tentam descobrir o que está por trás de vários desaparecimentos ocorridos no dormitório. Continuar lendo

GALERIA: Bastidores de Godzilla

Um grande monstro conta sempre com uma grande equipe. É por isso que a cada filme, Godzilla requer cuidados especiais em suas lutas, passos e figurino.

RESENHA: Kairo (2001)

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Por Júlio César Carvalho

O cinema de terror oriental quase sempre nos apresenta uma forma nova de contar uma história, refletir sobre o assunto e ainda causar medo. Kairo, também conhecido como Pulse, não é diferente. Apesar de ser de 2001, seus conceitos podem, a princípio, parecerem datados hoje em dia, mas aí você percebe que essa obra está mais atual do que poderíamos imaginar.  Continuar lendo