DICA: Curtas de terror dirigidos por mulheres

[Por Gabriela Alcântara]

Esses dias eu estava conversando com uma aluna que me pediu dicas de filmes de terror dirigidos por mulheres para assistir nas férias. Sabemos que o mercado ainda é dominado por homens, mas há alguns anos é possível ver cada vez mais diretoras trabalhando o gênero – e inclusive trazendo narrativas interessantes e fora da caixinha. Me empolguei na lista e acabei relembrando bons filmes feitos por realizadoras, incluindo alguns curtas. Vale lembrar que essas diretoras também tem longas de gênero (ou que flertam com o horror)! Continuar lendo

RESENHA: XX (2017)

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[Por Tati Regis*]

Quando fiquei sabendo da existência dessa antologia, fiquei bastante eufórica e feliz..
Agora, eis-me aqui, a convite de Júlio César Carvalho com autorização de Gabi Alcântara (a parte XX desse grupo…rs), escrevendo sobre ele pro Toca o Terror. Logo eu, que apenas dou alguns caracteres de minhas impressões dos filmes que assisto no Facebook. Obrigada, gentes, pelo convite e pelo espaço.

Vamos ao assunto… “XX” é uma antologia de terror dirigida, roteirizada  e protagonizada por mulheres.  No filme, os 4 segmentos  giram em torno de mulheres, seus aspectos, instintos, monstros…sendo que 3 deles tem como foco a mulher maternal. Continuar lendo

EVENTO: CINECLUBE TOCA O TERROR (Jun/2016)

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CINECLUBE TOCA O TERROR APRESENTA SESSÃO COM OBRAS DE REALIZADORAS BRASILEIRAS

O audiovisual brasileiro é um terreno muito dominado pela presença masculina na criação de curtas ou longa metragens. E quando falamos de cinema fantástico e de produções que dialogam com o cinema de horror, o contraste chega a ser ainda mais gritante. Neste próximo sábado (11/06), o Cineclube Toca o Terror apresentará uma sessão especial com quatro curtas de realizadoras brasileiras. Continuar lendo

HQ: As musas do terror nos quadrinhos brasileiros

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(Via She Demons Zine)

As revistas de terror em quadrinhos apareceram por aqui no final dos anos 50, e um tempo depois, começaram a aparecer exemplares realmente escritos e desenhados por talentos nacionais como: Nico Rosso, Flavio Colin, Rubens Francisco Lucchetti, Jayme Cortez e Rodolfo Zalla entre outros.

Pequenas editoras nacionais faziam frente ao material vindo principalmente dos EUA e colocavam um tempero tipicamente brasileiro: O erotismo! Além de mortes mais violentas e doses do misticismo típico de nosso povo, belas garotas com roupas minúsculas, vítimas nuas e vampiras sensuais faziam parte do cardápio.

Nossos quadrinhos ficaram mais “quentes” com mulheres fatais e semi-nuas como Irina, a Bruxa; Mirza, a Mulher Vampiro; Silvana, a Baronesa Vampiro; Kara – A Morta Viva; Nádia, a Mulher Lobo; Naiara, a Filha de Dracula; Zora a Mulher Lobo; Angélica, a Filha de Satã e muitas outras.

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Saiba mais sobre estas personagens aqui.