DICA DA SEMANA: Flu (2013)

[Por Felipe Macedo]

O cinema asiático é conhecido por pegar fórmulas americanas e dar um toque pessoal a histórias aparentemente batidas para a maioria do público. Estas produções se caracterizam por mostrar mais camadas e explorar situações que passam batidas em histórias similares de estúdios do Tio Sam. No caso, vamos falar agora de “A Gripe” (Flu), que está disponível no catálogo da Netflix Brasil. Continuar lendo

DICA DA SEMANA: Ligação Perdida (2003)

[Por Gabriela Alcântara]

Conhecido por fazer filmes mais realistas, Takashi Miike aventura-se com sucesso pelo lado comercial no seu Ligação Perdida (Chakushin Ari, 2003). Aqui conhecemos a jovem Yumi, cujos amigos estão morrendo após receberem bizarras ligações de seus próprios celulares, que acabam por deixar recados de voz que prevêem suas mortes. Enquanto seus amigos vão morrendo um após o outro, Yumi e o detetive Hiroshi – cuja irmã morreu também nessas circunstâncias – tentam desvendar o mistério. Continuar lendo

RESENHA: O Terceiro Olho (2017)


[Por Felipe Macedo]

A Netflix, desde seu início sempre investiu bastante no gênero horror e nos mostrou várias obras de diferentes qualidades no decorrer desses anos. O porém é que esses produtos eram unicamente americanos. Só recentemente a gigante do streaming vem colocando em seu catálogo filmes e séries de outras nacionalidades como é o caso desta produção tailandesa “O Terceiro Olho” (The 3rd Eye). Continuar lendo

DICA DA SEMANA: 3 AM (2012)

[Por Osvaldo Neto]

3 AM (2012) é outro filme que reforça a tese de que você pode fuleirar com tudo que é tipo de fantasma, menos com fantasma de filme de horror asiático. Por que? Porque tu sempre vai se lascar, meu querido(a)… Sempre! Não tem “alisabel”. Essa boa antologia produzida na Tailândia foi exibida em 3D nos cinemas orientais e parte do pressuposto que os eventos sobrenaturais ganham muito poder a partir das 3 da madrugada. Continuar lendo

RESENHA: Floresta Maldita (2016)

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[Por Geraldo de Fraga]

Sara (Natalie Dormer) descobre que sua irmã gêmea que mora no Japão está desaparecida. E o pior: na última vez em que foi vista, ela estava na floresta Aokigahara, conhecida por ser um lugar onde as pessoas vão para cometer suicídio. Aflita, Sara parte rumo à Terra do Sol Nascente na esperança de ainda encontrá-la viva. Continuar lendo

RESENHA: Bairokêshon (2013)

bilocation-poster[1]Por Júlio César Carvalho

Antes de tudo, é preciso esclarecer que Bairokêshon não é bem um “filme de terror”, como é classificado, mas sim, um suspense com tema sobrenatural. Na trama, uma pintora conhece um deficiente visual, casa e vive uma vida normal e rotineira, mas tudo começa desabar ao descobrir que existe uma cópia sua aprontando por aí. No entanto ela percebe que não é a única a ter duplicadas e se junta a um grupo de apoio a pessoas com o mesmo problema. Daí nos é apresentado, pelo líder do grupo, o fenômeno chamado de “bilocação”. Continuar lendo

RESENHA: Baby Blues (2013)

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Por Júlio César Carvalho

Nem o terror asiático se salva de ter filmes ruins. Esse exemplar chinês entra pra categoria “vergonha alheia” com muito requinte e determinação.

Um jovem casal se muda para uma casa linda. Lá, encontram uma boneca deixada pelos donos anteriores e resolvem adotá-la. Em frente à mansão vive um sem-teto que os adverte que eles devem ir embora, mas lógico que é ignorado. Ela é uma blogueira que descobre estar grávida de gêmeos e ele um produtor musical que precisa criar uma música para uma estrela do pop local. Continuar lendo