LIVRO: Vingança

Cimoc, o único vampiro existente, tem o objetivo de tornar-se Papa e começar uma Guerra Santa. A única barreira para que isso não aconteça é o Padre Bruno e a Gratia, sociedade secular do Vaticano, que irão enfrentá-lo a todo custo em uma eletrizante corrida contra o tempo, cheia de conspirações e reviravoltas que irá colocar a prova a fé e a tolerância de todas as religiões e líderes mundiais.

De autoria de André Schuck e lançado pela Zap Book, “Vingança” tem um booktrailer exclusivo que você pode ver aqui:

FILME: O Ataúde do Vampiro (1958)

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Lançado no mesmo ano do filme clássico da Hammer, esta película veio do México e é a sequência imediata de “O Vampiro”, produzido um ano antes. Dizem que este filme inspirou um dos executivos da Hammer para criar um perfil similar deste para o Drácula de Christopher Lee. O vampiro mexicano, por sinal, foi interpretado pelo veterano ator German Róbles, que anos mais tarde fez uma ponta no seriado Chaves como o primo do Seu Madruga.

TV: Dracula, a série

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Depois do sucesso de séries como “Vampire Diaries” e “True Blood”, mostrando vampiros jovens nos tempos atuais, eis que está chegando um novo seriado com a presença dele, o pai de todos os vampiros, o conde Dracula. A série produzida pela NBC deve estrear em outubro deste ano nos EUA e já conta com dez episódios nesta primeira temporada.

No entanto, diferentemente das outras já citadas anteriormente, Dracula, a série da NBC, aposta na caracterização do personagem na Inglaterra do século XIX, com direito a uma direção de arte e figurinos pomposos. No elenco está Jonathan Rhys Meyers, como Dracula, Jessica de Gouw (Mina), Victoria Smurfit (Lady Jayne Wetherby), Nonso Anozie (R M Renfield), Katie McGrath (Lucy Westenra), Oliver Jackson Cohen (Jonathan Harker) e Thomas Kretschmann (Abraham Van Helsing).

HQ: Kristina, A Rainha dos Vampiros

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O blog parceiro She Demons Zine colocou no ar o primeiro volume de “Kristina, a Rainha dos Vampiros”, de Frans Mensink, publicado pela Eurotica. Visualmente, Kristina lembra muito a sensual Vampirella, mas sendo considerada uma mistura de Vampirella com uma atriz pornô.

Na primeira HQ da trilogia, Mensink conta um pouco das aventuras de uma poderosa vampira, que foi estuprada e morta na Idade Média. No século XXI, o seu túmulo fica quase exposto, e uma tentativa de assassinato faz escorrer sangue para dentro de seu caixão. Daí em diante vocês podem imaginar o que acontece, não é?!

Para conferir mais informações sobre a HQ e ver a história, entre na página do She Demons Zine. Lembrando que o conteúdo é apropriado apenas para maiores de 18 anos por seu conteúdo sexual explícito.

GALERIA: As diferentes faces de Dracula

Sem dúvida alguma, Dracula foi o personagem mais filmado na história da sétima arte. Desde que Bram Stoker deu vida a este lendário vampiro, cineastas e mais cineastas se aventuraram a filmar a sua imortal história de paixão e sede de sangue.

Bela Lugosi e Christopher Lee foram os atores mais memoráveis a viver na pele do personagem, mas muitos outros já emprestaram seu rosto ao conde. Jack Palance, Frank Langella, John Carradine, Gary Oldman e até Leslie Nielsen também interpretaram Dracula em filmes que foram dirigidos por gente como Jess Franco, Francis Ford Coppola e Dario Argento.

E se quiserem saber de mais curiosidades acerca destes filmes, ouçam o podcast que fizemos em homenagem ao famoso vampiro da Transilvânia.

RESENHA: “Dracula 3D” (2012)

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Por Julio Cesar Carvalho

Eis que o cultuado diretor italiano Dário Argento, conhecido por seus filmes no estilo ‘giallo’, faz a sua versão do Conde Drácula. O resultado é no mínimo exótico. No roteiro, que ele também assina, o jovem inglês Jonathan Harker é contratado para catalogar a imensa biblioteca do castelo do Conde, mas logo se vê prisioneiro do lugar. Enquanto isso, Lucy contrai um doença após ser atacada por um lobo na floresta, morre e o professor Van Helsing é chamado para desvendar o caso. Sua amiga Mina, recém-chegada ao pequena vilarejo, vai ao castelo em busca do seu noivo e conhece o conde Drácula.

Infelizmente, a direção é pobre em ousadia. Argento se mostra preguiçoso (não sei se propositadamente) e não compõe cenas positivamente memoráveis. Muito pelo contrário: Vergonha alheia é bóia nesse filme. Cenas ridículas como a do Louva-Deus Gigante (Oi?), te deixam perplexo e sem saber se ri ou tem raiva. Eu ri. Mas apesar disso, a condução é boa e não cansa. Apesar da bela fotografia com cores fortes, alguns cenários são risíveis e com algumas montagens muito malfeitas.

A nojeira tá lá, porém digital. O artesanal faz muita falta aqui. Os defeitos especiais são uma bizarrice à parte, lembrando filmes do canal SyFy, com o abusivo uso de CGI de má qualidade. Até uma simples cena de um corte no pulso ou de uma aranha passeando sobre a teia é CGI… por quê? POR QUÊ? Sobre o recurso 3D, não posso opinar sobre a sua eficácia já que assisti a versão convencional, mas são notórias as cenas das quais as coisas deveriam saltar à tela.

Ele abusa da sexualidade usando sua filha, Asia Argento (Lucy) e a bela Miriam Giovanelli (Tania), que aliás, abre o filme com chave-de-ouro. Já Rutger Hauer (Van Helsing) faz um personagem que, pra mim, não deve em nada ao vivido por Anthony Hopkins no cultuado filme do Coppola. E o Drácula, interpretado aqui, é um dos melhores que já vi. Thomas Kretschmann compõe um ser seco, triste e morto, com uma voz cansada e sempre apático. Mas te faz rir quando ele fica irritado, com seus movimentos e rosnados vergonhosos. Em seus filmes, as atuações são quase sempre duvidosas. Às vezes, penso que seja uma exigência do Argento, só pode. Basta o povo abrir a boca e você reconhece que o filme é dele.

Vale destacar o ótimo trabalho do compositor Claudio Simonetti que faz uma trilha perfeita a cada momento. É, com certeza, o ponto forte desse projeto.

Em suma, DRÁCULA 3D, soa como se fosse um filme italiano esquecido da Hammer, só que falado em inglês. É, claramente, Argento se divertindo com a tecnologia e abraçando a “causa B”. Prefiro acreditar que seja um filme tosco de propósito e, que apesar das deficiências já citadas, o considero até bonzinho.

E só pra constar, na minha opinião, o melhor filme do conde empalador já feito é o DRÁCULA de 1979, no qual Frank Langella vive o príncipe das trevas.